quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Crónicas de Viagem a São Tomé - parte 1 - Os Preparativos

Estamos nas férias da Páscoa. As dúvidas dos destinos a selecionar são muitas, mas acabam por se reduzir a São Tomé. Esta motivação já me assombrava há 30 anos, quando tive por colega de escola a grande escritora São Tomense, Olinda Beja. Foi ao ler uma das suas muitas obras publicadas sobre as suas origens - Quinze Dias de Regresso -, que me levou sempre a ter uma vontade interior de entrar "leve-leve" naquele pais de cores verdes da natureza, que se misturam com o dourado das praias e termina nos azuis mágicos do mar. Todos estes tons matizados e bem descritos por todos os seus sentidos, Olinda  conduz-nos como se estivéssemos a partilhar com a própria todas aquelas emoções.
Eu, o Diogo e a Joana, a aproveitar uns dias em Terras Beirãs e nomeio do frio e da neve, falávamos com efervescência nos dias de calor que tanto esperávamos ter no verão.
No grupo previsto ainda aqui faltava a Maria José, que havia ficado em Lisboa.
Num jantar, no regresso da Serra da Estrela, surge o desafio para que a D. Aloma, minha mãe, participasse também na viagem, a qual abraçou de imediato a vontade militante de fazer parte deste grupo tão louco.
Os preparativos começaram. Após a decisão do local, foi marcado de imediato a reserva. A Zilda da Agência Abreu, da Loja do Colombo, já minha promotora de boas viagens, encarregou-se de fazer toda a marcação, a averiguação da data de validade dos passaportes e os tempos necessários para cada um dos destinos - São Tomé e Ilhéu das Rolas.
A consulta do viajante foi essencial para esclarecer os cuidados a ter, bem como as vacinas e medicação a tomar, de forma a evitar a febre amarela e a malária.
Para que tudo seja bem acautelado, sugiro que veja a validade do seu passaporte, com pelo menos 6 meses de validade após a data de partida para São Tomé.
Existem coisas que devem fazer parte da bagagem da viagem, como repelente para mosquitos tropicais, chapéu para o sol, medicação para controlo intestinal e febre.
Não esquecer que não se pode beber água canalizada, nem os seus derivados, como o gelo nas bebidas.

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