São 5 horas da manhã. Tocam os despertadores de casa.
Cada um à sua vez a arranjar-se, mas sem esconder o pequeno nervosismo sobre a viagem. Os sacos a serem fechados, o pequeno almoço a ser tomado. Toca a despachar, porque o táxi está para chegar.
Íamos a caminho e toca o telemóvel. A minha mãe já estava à espera no ponto de encontro - a Loja da Agência Abreu do aeroporto.
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| O ponto de encontro no aeroporto |
Lá nos juntamos, fizemos o check-in na própria loja, mas como a passagem da minha mãe era especial, tivemos que ir ao balcão da TAP. Malas despachadas. O que falta? Um café.
Que chatice! Ainda faltam três horas para partirmos. Uma visita pelo freeshop, últimas compras...um momento de repouso e de umas últimas selfies que representavam bem a ansiedade de embarcar e chegar ao nosso destino.
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| Há que aguardar na sala de embarque||| |
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| Mas sempre com boa disposição |
Às 9 horas começou o embarque. uma vez que o check-in tinha sido feito em separado, lá tínhamos a d. Aloma afastada de nós. Nada que, com um jeitinho não se conseguisse uma troca.
O avião lá levantou.
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| Agora sim, a trupe está toda junta!! |
Durante a viagem foi servida uma refeição ligeira. Até aterrarmos em Acra. Este pedaço de viagem deu para conversar, fazer gracinhas, leituras e risotas. Quando levantamos voo de Acra foi então servida uma refeição quente. A fome já se fazia sentir.
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| Tanta fita Diogo |
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| "Deixem-me dormir com estas mantinhas todas!" |
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| Viva! Estamos de férias!!!!!! |
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| A Joana é muito culta. Está a ler Olinda Beja. |
Mais um bocado de voo e o comandante informa que iríamos aterrar em São Tomé. Atenção! Estamos em África. "No stress", vamos entrar no registo "leve-leve"! Mesmo com esse espírito, primeiro que passássemos a alfândega... meu Deus! E o ar condicionado no máximo?! Íamos enregelando.
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| Aproximação ao aeroporto de São Tomé |
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| Outra imagem de aproximação ao aeroporto |
De forma "leve-leve" lá chegaram as bagagens. Mal saímos do aeroporto, bem pequeno, rapidamente encontramos o nosso guia, que nos encaminhou para o autocarro.
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No espera-espera, no registo "leve-leve", fomos abordados por uns rapazolas que pediam 1 euro. Automaticamente pensei: "Tou lixado! Se a cada um que me apanhe terei que dar 1 euro, o dinheiro que trago não me vai chegar para os satisfazer." Como eram três rapazes, eu só tinha 3 moedas iguais no valor de vinte cêntimos. Foi o que distribui para que não se chateassem. Dois deles aceitaram bem, mas o terceiro começou a refilar e deitou a moeda ao chão, a qual apanhei de imediato. Não se calava a reclamar a moeda de 1 euro.
Ao fim de algum tempo lá partimos rumo ao nosso hotel - Hotel Miramar by Pestana. A viagem foi rápida, à beira-mar, que permitiu a vista do entardecer com aqueles tons vermelhos que só em África os encontramos.
O cheiro quente e húmido era mesmo convidativo para uma semana de "leve-leve".
No hotel todos eram muito simpáticos. Era o último dia do torneio dos países da CPLP. Lá estavam os atletas todos bem dispostos e em ambiente de convívio saudável, sem fronteiras, tendo a Língua Portuguesa como ponto comum de comunicação.
À hora marcada, lá nos encontramos na receção para irmos jantar. O empregado do hotel havia recomendado um restaurante de nome "Papa Figo". Para nos estrearmos na gastronomia são tomense, nada melhor do que comermos o peixe da costa. Para a mesa veio barriga, peixe azeite, peixe vermelho e espetada mista de peixe. O acompanhamento era fruta pão e banana pão fritas. A bebida foi a cerveja local - Rosema.
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| Peixe vermelho, barriga e peixe azeite |
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| Fruta pão e banana pão fritas |
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| Cerveja Rosema |
Mas havia que planear o dia seguinte com o nosso guia e amigo Barros, por isso, antes da luz apagar ficou tudo marcado, com partida às 8 horas da manhã.
Que descanso. Que paz. Que bom adormecer naquela terra, de forma "leve-leve".
Bons sonhos!



















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