terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

O VALOR DA VIDA

Hoje dei por mim a pensar na quantidade de vezes que, sem paciência, rezingamos com os outros e/ou choramos as nossas mágoas, como se não houvesse amanhã.
Mas quando passamos por privações de ter por perto aqueles que mais amamos, ou de termos autonomia na vida, ou mesmo a noção que algo que muito gostamos nos está a fugir... é que damos valor ao que de facto temos.
E tudo aquilo que era tão importante e que manchava a nossa vida, passa a ter um tamanho tão minúsculo, microscópico, que nem se consegue ver ou mesmo sentir.
Temos as guerras mundiais, as catástrofes, a fome, a doença...
Cada vez que penso nisso, dá-me alento para relativizar aquilo que muitas das vezes me preocupa; dá-me vontade de olhar o rosto de quem se cruza comigo e sorrir e dizer-lhe os sentimentos que sinto, vezes sem conta; dá-me vontade de dar uma das minhas gargalhadas (com respeito) quando alguém me procura a dizer que está muito mal porque tem um "Pêlo encravado" ou porque o verniz das unhas estalou e não tem tempo de ir à manicura.
O amanhã... não sabemos! Por isso, mais vale andar com a cabeça erguida e fazermos o que temos que fazer em casa, na rua, no trabalho... o melhor que podemos e sabemos, porque o tempo passa e eu quero continuar a sorrir!

1 comentário:

Anabela disse...

Andas muito preguiçoso!!! Quero mais reflexões!
Beijos enormes: meus, dos sobrinhos e do louco do afilhado! :D